Três itens subiram no mês: o leite integral (5,05%), o arroz agulhinha (2,23%) e o pão francês (0,46%). No acumulado de 12 meses, o tomate registrou a queda mais expressiva, de 40,03%.

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Em julho passado, o custo da cesta básica de Natal caiu 7,95% em relação a junho, a maior queda entre as 27 capitais pesquisadas pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE) e pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O valor do conjunto de alimentos passou a R$ 631,51.

Entre julho de 2025 e julho de 2026, a cesta natalense recuou 2,26%, a segunda maior queda em 12 meses entre as capitais, atrás apenas de Brasília. No acumulado de 2026, de janeiro a julho, o aumento foi de 5,75%.

O trabalhador remunerado pelo salário mínimo precisou de 85 horas e 43 minutos de trabalho para comprar a cesta em julho. Em junho, o tempo necessário havia sido de 93 horas e 07 minutos.

Em julho de 2025, com o mínimo em R$ 1.518,00, o tempo de trabalho exigido era de 93 horas e 38 minutos. A comparação mostra redução também nessa base anual.

Considerando o salário mínimo líquido, descontada a Previdência Social, o comprometimento da renda com a cesta foi de 42,12% em julho. Em junho, esse percentual havia sido de 45,76%, e em julho de 2025, de 46,02%.

Entre junho e julho, oito dos 12 produtos que compõem a cesta em Natal tiveram queda de preço. O tomate liderou as reduções, com recuo de 47,36% no período.

Também caíram os preços do óleo de soja (-4,19%), do café em pó (-2,53%), da farinha de mandioca (-2,04%), da manteiga (-2,00%), do açúcar cristal (-1,62%), do feijão carioca (-1,60%) e da carne bovina de primeira (-1,23%). O preço da banana ficou estável.

Três itens subiram no mês: o leite integral (5,05%), o arroz agulhinha (2,23%) e o pão francês (0,46%). No acumulado de 12 meses, o tomate registrou a queda mais expressiva, de 40,03%.

Ainda em 12 meses, também recuaram o arroz agulhinha (-17,74%), o açúcar cristal (-17,65%), o café em pó (-14,17%), a farinha de mandioca (-4,55%), a manteiga (-2,72%), o óleo de soja (-1,85%) e a banana (-0,54%). O feijão carioca subiu 37,43% no período.

Também tiveram alta em 12 meses o leite integral (13,40%), a carne bovina de primeira (7,26%) e o pão francês (3,96%). Entre dezembro de 2025 e julho de 2026, oito produtos acumularam elevação, com destaque para o feijão carioca (40,17%) e o leite integral (18,57%).

Jornalista | Palestrante | Assessora de Comunicação | Consultora em Gestão de Crise de Comunicação | Apresentadora de rádio e televisão.

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