O levantamento aponta que líderes religiosos têm o menor impacto entre os grupos analisados

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A maioria dos brasileiros afirma que opiniões de familiares, amigos, jornalistas, pessoas seguidas nas redes sociais e líderes religiosos não terão influência na escolha do candidato à Presidência nas eleições de 2026, segundo pesquisa Datafolha divulgada nesta semana. Em todos os seis grupos avaliados, a resposta “nenhuma influência” foi a mais citada pelos entrevistados.

O levantamento aponta que líderes religiosos têm o menor impacto entre os grupos analisados: 67% dos entrevistados dizem que a opinião de representantes da igreja não influenciará o voto. Jornalistas e profissionais da imprensa aparecem com 58%, enquanto amigos próximos e pessoas acompanhadas nas redes sociais registram 62% cada.

Entre eleitores que possuem relacionamento estável, 60% afirmam que a opinião do companheiro ou companheira não terá influência na decisão de voto. Já entre aqueles que têm filhos com 16 anos ou mais, 61% dizem que a opinião dos filhos também não interferirá na escolha do candidato.

Quando consideradas as respostas “muita influência” e “alguma influência”, jornalistas e companheiros ou companheiras aparecem com 38% cada. Filhos e amigos próximos somam 36%, enquanto pessoas seguidas nas redes sociais chegam a 32%. A influência atribuída a líderes religiosos ficou em 23%.

A pesquisa também identificou diferenças entre grupos de eleitores. No Nordeste, 29% afirmam que líderes religiosos terão alguma ou muita influência no voto, percentual superior ao registrado no Sudeste (20%) e no Sul (14%). Entre evangélicos, o índice é de 28%, enquanto entre católicos chega a 24%, dentro das margens de erro.

O Datafolha ouviu 2.004 pessoas com 16 anos ou mais, em 139 municípios brasileiros, nos dias 22 e 23 de julho de 2026. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. Na mesma pesquisa, Lula aparece com 48% das intenções de voto contra 43% de Flávio Bolsonaro (PL) em uma simulação de segundo turno.

Com informações da Folha de S.Paulo

 

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Jornalista | Palestrante | Assessora de Comunicação | Consultora em Gestão de Crise de Comunicação | Apresentadora de rádio e televisão.

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