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O preço médio do etanol no estado permanece cerca de 31% mais alto que o registrado no país, onde o litro passou de R$ 4,02 para R$ 4,00, uma redução de 0,50%.
O Rio Grande do Norte registrou, na última semana, a maior redução percentual no preço médio do etanol hidratado entre todos os estados brasileiros. De acordo com dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), compilados pelo AE-Taxas, o litro do combustível caiu 2,78%, passando de R$ 5,39 para R$ 5,24 no período entre 26 de julho e 1º de agosto.
Apesar da queda, o consumidor potiguar ainda paga um valor bem acima da média nacional. O preço médio do etanol no estado permanece cerca de 31% mais alto que o registrado no país, onde o litro passou de R$ 4,02 para R$ 4,00, uma redução de 0,50%.
Segundo o levantamento da ANP, o preço do etanol diminuiu em 18 estados, aumentou em cinco estados e no Distrito Federal, e permaneceu estável na Paraíba, Rondônia e Roraima.
Enquanto o Rio Grande do Norte apresentou a maior retração percentual do país, o Distrito Federal registrou a maior alta da semana, com avanço de 8,88%, elevando o preço médio do litro para R$ 4,17.
Principal produtor e consumidor de etanol do Brasil, São Paulo registrou queda de 0,80%, com o litro passando de R$ 3,73 para R$ 3,70, o menor preço médio entre os estados. O menor valor encontrado em um posto foi de R$ 2,80, também em território paulista.
Na outra ponta, o Amapá apresentou a maior média estadual, com R$ 5,81 por litro, enquanto Pernambuco registrou o maior preço individual do país, chegando a R$ 6,59.
Mesmo com a redução nos preços, o etanol continua sem vantagem econômica para os motoristas do Rio Grande do Norte quando comparado à gasolina.
Conforme a metodologia utilizada pelo levantamento, o biocombustível só é considerado vantajoso quando custa até 70% do valor da gasolina. Esse cenário foi observado em apenas dez estados e no Distrito Federal.
No Brasil, a paridade média entre os combustíveis ficou em 60,98%, mas o Rio Grande do Norte permaneceu fora desse grupo, mantendo a gasolina como a opção mais econômica para a maioria dos consumidores.
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