Secretaria afirma que mofo em leito de isolamento é causado por infiltração no teto e informa que realiza limpeza diária até a execução da obra definitiva

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A Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) informou nesta terça-feira (28) que o mofo identificado nas paredes do setor de isolamento do Hospital Giselda Trigueiro, em Natal, é provocado por uma infiltração no teto e que o problema só poderá ser solucionado de forma definitiva após o fim do período de chuvas.

Em nota, a pasta afirmou que “o mofo nas paredes do setor de isolamento do hospital Giselda Trigueiro ocorre por causa de uma infiltração no teto e só terá um conserto definitivo após o fim das chuvas”.

A Sesap também informou que, enquanto o reparo estrutural não pode ser realizado, a unidade adota medidas de limpeza diárias para reduzir os efeitos da infiltração. Segundo a secretaria, “a limpeza com hipoclorito é feita diariamente, com intuito de diminuir o mofo até o reparo definitivo quando as chuvas pararem e for possível realizar a obra no teto”.

O posicionamento foi divulgado um dia após o Sindicato dos Trabalhadores em Saúde do Rio Grande do Norte (Sindsaúde/RN) denunciar a situação de um leito de isolamento do Hospital Giselda Trigueiro, referência estadual no atendimento a pacientes com doenças infectocontagiosas e no serviço de imunoterapia.

De acordo com o sindicato, um vídeo recebido pela entidade mostra condições estruturais do ambiente com presença de fungos, mofo e infiltrações em diferentes pontos do leito. As imagens divulgadas pelo Sindsaúde/RN registram infiltrações, mofo e sinais de deterioração nas paredes do setor.

Segundo a entidade, o espaço já estava preparado para receber pacientes, mas apresenta problemas estruturais que podem comprometer a segurança de pessoas em tratamento e dos profissionais que atuam na unidade.

O Sindsaúde/RN afirma ainda que os problemas não seriam recentes e teriam se intensificado após o período de chuvas registrado nos últimos dias. Para o sindicato, a situação representa risco à saúde, especialmente por se tratar de um setor destinado ao atendimento de pacientes com condições clínicas delicadas, que necessitam de ambientes adequados para tratamento e recuperação.

Em nota divulgada na segunda-feira (27), o Sindsaúde classificou o cenário como “caótico” e cobrou medidas urgentes do Governo do Estado e da Secretaria de Estado da Saúde Pública para solucionar os problemas estruturais apontados.

A entidade também defendeu que trabalhadores e pacientes tenham acesso a um ambiente com condições adequadas de higiene, segurança e funcionamento.

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Jornalista | Palestrante | Assessora de Comunicação | Consultora em Gestão de Crise de Comunicação | Apresentadora de rádio e televisão.

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