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Mesmo com o impacto do produto, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC-10) desacelerou, passando de 0,88% em abril para 0,68% em maio.
O leite longa vida teve alta de 13,85% em maio e foi o principal responsável pela pressão inflacionária no mês, segundo o Índice Geral de Preços-10 (IGP-10), divulgado pela Fundação Getulio Vargas (FGV).
Mesmo com o impacto do produto, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC-10) desacelerou, passando de 0,88% em abril para 0,68% em maio.
Além do leite, outros itens também influenciaram a inflação, como a energia elétrica residencial, o perfume, a gasolina e o gás de botijão. Na direção oposta, produtos como passagem de ônibus urbano, café em pó, etanol, maçã e celular ajudaram a conter a alta.
Segundo a FGV, a maior parte das classes de despesa registrou desaceleração no mês, com destaque para Transportes e Alimentação.
Dados do IBGE
Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que o produto já acumula alta de até 20% nos últimos meses no país. Em abril, o leite longa vida havia subido 13,66%, sendo um dos principais impactos sobre a inflação dos alimentos.
De acordo com o IBGE, a alta é explicada pelo aumento dos custos de produção e transporte, além da elevação dos combustíveis. O cenário foi influenciado pela escalada das tensões no Oriente Médio, que pressionou o preço do petróleo no mercado internacional.
No Brasil, a gasolina subiu 1,86% em abril e o diesel avançou 4,46%, encarecendo o frete e impactando diretamente os preços.
Outro fator apontado é a redução na oferta de leite, causada pela seca no fim de 2025 e início de 2026, que afetou as pastagens e aumentou os custos de produção com alimentação suplementar para o gado.
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