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Entre os menores de 2 anos, o vírus sincicial respiratório (VSR) tem maior impacto nos quadros grave
O Rio Grande do Norte está entre os 22 estados brasileiros em nível de alerta, risco ou alto risco para casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) em 2026. O cenário acompanha a elevação de infecções respiratórias em todo o país, que já soma 24.281 registros neste ano, segundo o boletim InfoGripe da Fundação Oswaldo Cruz
De acordo com o levantamento, 9.443 casos (38,9%) tiveram confirmação laboratorial para vírus respiratórios, o que indica ampla circulação dessas infecções em diversas regiões, incluindo o Nordeste. No Rio Grande do Norte, o aumento das hospitalizações está associado principalmente ao rinovírus, sobretudo entre crianças e adolescentes de 2 a 14 anos.
Entre os menores de 2 anos, o vírus sincicial respiratório (VSR) tem maior impacto nos quadros graves, com registros também em outras áreas do Nordeste. O boletim ainda identifica a presença do metapneumovírus, que contribui para o crescimento das ocorrências respiratórias.
Influenza cresce no Nordeste
O monitoramento da Fundação Oswaldo Cruz também aponta avanço dos casos graves ligados ao vírus influenza A, responsável pela gripe. No Nordeste, há tendência de aumento em estados como:
- Rio Grande do Norte
- Maranhão
- Piauí
- Paraíba
- Alagoas
- Sergipe
- Bahia
O avanço desses vírus mantém a região sob acompanhamento das autoridades de saúde.
A pesquisadora Tatiana Portella, do Programa de Computação Científica da Fiocruz, orienta que idosos, crianças e pessoas com baixa imunidade participem da campanha de vacinação contra a gripe, iniciada no sábado (28).
Entre as recomendações para áreas com maior circulação de vírus respiratórios estão o uso de máscaras em ambientes fechados ou com grande fluxo de pessoas, especialmente para grupos mais vulneráveis.
Em caso de sintomas gripais, a orientação é evitar contato com outras pessoas e permanecer em casa sempre que possível, medida que contribui para reduzir a transmissão.
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