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Distribuição foi realizada nos 9 Cras do município e retomada após nove anos sem execução
Após nove anos sem a realização da ação, a Prefeitura de Parnamirim retomou nesta quinta-feira 2 a distribuição de peixe durante a Semana Santa para famílias atendidas pelos Centros de Referência de Assistência Social (Cras). Ao todo, cerca de 2 mil famílias receberam 2 kg do alimento.
A entrega ocorreu de forma simultânea nos 9 Cras do município, com início às 8h. A ação contemplou famílias já cadastradas e acompanhadas pela rede de assistência social.
Segundo a gestão municipal, a distribuição mobilizou equipes organizadas por setores para atender o público e conduzir o processo de entrega. A prefeitura afirmou que a logística foi estruturada para garantir organização no atendimento.
A prefeita Nilda Cruz (SDD) acompanhou parte das entregas e comentou a iniciativa. “Nosso compromisso é cuidar das pessoas, principalmente de quem mais precisa. Essa ação garante não só o alimento na mesa durante a Semana Santa, mas também leva dignidade e respeito às famílias que são acompanhadas pela assistência social. Estamos trabalhando com sensibilidade e responsabilidade”, disse.
A ação integra as atividades sociais do município voltadas ao período da Semana Santa, quando tradicionalmente há distribuição de alimentos para famílias em situação de vulnerabilidade.
Vigilância Sanitária alerta para risco de intoxicação por consumo de pescado
Em meio ao aumento do consumo de peixe durante a Semana Santa, a Secretaria Municipal de Saúde de Parnamirim também emitiu alerta sobre os riscos da ciguatera, uma intoxicação alimentar associada à ingestão de peixes tropicais contaminados por toxinas produzidas por algas marinhas presentes em recifes de coral.
A Vigilância Sanitária esclarece que a ciguatoxina não é eliminada por métodos tradicionais de preparo, como cozimento, congelamento ou salga, o que exige atenção redobrada por parte da população no momento da compra e do consumo.
Entre as espécies mais associadas à intoxicação estão barracuda (bicuda), arabaiana, dourado, pescada branca e galo do alto. A orientação é evitar o consumo desses peixes, especialmente quando não há garantia da procedência.
Os sintomas podem surgir poucas horas após a ingestão e incluem náuseas, vômitos, diarreia e dor abdominal. Também podem ocorrer manifestações neurológicas, como dor de cabeça, visão turva, gosto metálico na boca, formigamento, câimbras, fraqueza muscular e alteração na percepção de temperatura.
Em caso de suspeita, a recomendação é procurar atendimento médico imediato. Os serviços de saúde devem comunicar os casos ao Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde (Cievs-RN) ou ao Centro de Informação e Assistência Toxicológica (Ciatox-RN).
A Secretaria reforça que o consumo de pescado continua sendo seguro quando respeitadas as orientações sanitárias, especialmente quanto à origem do produto.
Como evitar intoxicação por pescado
- Prefira comprar peixe em estabelecimentos regularizados
- Evite espécies associadas à ciguatera, como barracuda e arabaiana
- Não consuma pescado de origem desconhecida
- Observe condições de armazenamento e higiene
- Em caso de sintomas, procure atendimento médico imediato
- Profissionais de saúde devem notificar casos suspeitos aos órgãos competentes
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