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Medida permite restituição para quem não era obrigado a declarar; Estácio oferece atendimento gratuito em Natal
O período de entrega da declaração do Imposto de Renda 2026 já está em curso e traz mudanças que devem impactar contribuintes. Uma das novidades é o chamado “cashback”, que beneficia pessoas que não eram obrigadas a declarar, mas tiveram valores retidos na fonte. Segundo a Receita Federal, cerca de 4 milhões de brasileiros se encaixam nessa situação, com valor médio de R$ 125 em restituições.
“O cashback é para as pessoas que não eram obrigadas a declarar porque tiveram rendimentos abaixo de R$ 33.888 no ano passado, mas que agora poderão fazer essa declaração e receber os valores que foram retidos delas. Então essas pessoas que tiveram retenção na fonte, de qualquer valor, terão essa devolução na declaração deste ano”, explica Felipe Viana, docente do curso de Ciências Contábeis da Estácio.
Na prática, o sistema da Receita Federal fará o cruzamento automático de dados para identificar pessoas que tiveram Imposto de Renda retido na fonte em 2024, mas que não apresentaram declaração em 2025 por não se enquadrarem nos critérios de obrigatoriedade. Havendo valores a restituir, o pagamento será realizado de forma automática e o crédito será depositado diretamente na conta vinculada ao Pix com chave CPF do contribuinte em lote especial, previsto a partir de 15 de julho de 2026.
Para auxiliar a população no preenchimento e envio da declaração, a Estácio em Natal oferece atendimento gratuito por meio do Núcleo de Apoio Contábil e Fiscal (NAF). O serviço é realizado por estudantes do curso de Ciências Contábeis sob supervisão de docentes, de segunda a sexta-feira, das 17h às 19h, sem necessidade de agendamento, no campus da instituição, localizado na Avenida Almirante Alexandrino de Alencar, 708, no bairro do Alecrim.
“Para declarar, é necessário reunir documentos pessoais, como CPF e comprovante de residência, informes de rendimentos de empresas e instituições financeiras, além de documentos de bens e direitos, como imóveis, veículos e aplicações. Também é importante apresentar comprovantes de despesas médicas e com educação. Além do CPF dos dependentes e a declaração do ano anterior”, explica Tarso Rocha, coordenador do NAF.
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