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Novos campi seriam em São Miguel, Touros e Umarizal
O Ministério da Educação (MEC) autorizou o funcionamento de 38 novos campi do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia (IF), sendo três deles localizados no Rio Grande do Norte — São Miguel, Touros e Umarizal.
No RN, os prédios onde funcionarão as novas sedes foram cedidos pelo Governo do Estado em março de 2024. Inicialmente, as escolas seriam unidades do Instituto Estadual de Educação Profissional, Tecnologia e Inovação (Iern), mas os campi foram “federalizados” após acordo entre as gestões estadual e federal. O MEC fez investimentos para concluir as obras que estavam em andamento no momento da cessão.
Os três campi vão oferecer cursos técnicos de Administração e Informática. Além desses, São Miguel vai ofertar Agroecologia, enquanto Touros e Umarizal terão cursos de Gastronomia.
O anúncio do funcionamento dos novos campi foi feito na última terça-feira 24 pelo ministro Camilo Santana durante reunião com dirigentes do Conselho Nacional das Instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica (Conif).
A autorização para o início dos novos campi tem foco na interiorização da oferta de educação profissional e tecnológica. As novas unidades foram consideradas aptas após análise técnica do MEC, que verificou condições adequadas de infraestrutura, organização administrativa e capacidade acadêmica para o início das atividades.
Com o acréscimo das 38 unidades, a Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica passa a contar com 724 unidades. A partir dos próximos exercícios orçamentários, os novos campi serão incorporados à matriz de financiamento das instituições.
Com a chegada das novas unidades, o IFRN passará a somar 25 campi, além da Reitoria, que atua como centro administrativo, em Natal.
No encontro com o Conif, Santana também divulgou o repasse de R$ 120 milhões para a alimentação estudantil na Rede Federal, em adição ao orçamento de custeio já aprovado para 2026. Além disso, o MEC vai destinar R$ 50 milhões para aquisição de equipamentos, bem como R$ 30 milhões para o desenvolvimento de projetos de extensão.
“Destinamos R$ 120 milhões a mais para os restaurantes estudantis, porque não adianta só fazer o restaurante e não ter o recurso para garantir a alimentação. No total, são R$ 200 milhões que nós estamos colocando, com recursos próprios do MEC, no fortalecimento da Rede Federal. E essa era uma das notícias boas que eu queria dar aqui hoje”, disse o ministro, se dirigindo aos presentes.
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