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Senador afirma em evento conservador que governo brasileiro teria feito pressão para evitar medida nos Estados Unidos
O senador Flávio Bolsonaro (PL) afirmou, durante evento nos Estados Unidos, que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) teria atuado para impedir que grupos criminosos brasileiros fossem classificados como organizações terroristas por autoridades americanas.
A declaração foi feita durante a Conservative Political Action Conference (CPAC), um dos principais encontros do movimento conservador no país. Sem citar nominalmente, o senador se referiu às duas maiores facções criminosas do Brasil.
Segundo Flávio, o governo brasileiro teria realizado um “lobby pesado” junto a conselheiros nos Estados Unidos com o objetivo de evitar essa classificação. Ele também afirmou que essas organizações atuam com tráfico internacional de drogas, armas e lavagem de dinheiro.
A fala ocorre em meio a discussões no governo americano sobre a possibilidade de classificar grupos criminosos brasileiros como organizações terroristas, hipótese que vem sendo analisada por autoridades dos Estados Unidos.
Durante o discurso, o parlamentar também fez críticas à gestão federal, mencionando temas como economia, segurança pública e corrupção. Ele afirmou que o país enfrenta uma nova crise e citou a expansão de organizações criminosas.
Pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro também defendeu uma agenda alinhada a pautas conservadoras e disse que pretende enfrentar o que classificou como interesses de elites globais, além de reforçar posições contrárias à agenda ambiental e a pautas sociais que criticou.
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