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Benefícios acima do piso nacional terão correção de 3,90%, abaixo do IPCA acumulado de 4,26%; teto sobe para R$ 8.475,54
Os aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que recebem valores acima do salário mínimo terão um reajuste de 3,90% em 2026, percentual inferior à inflação oficial do país. Com a correção, o valor máximo dos benefícios passará de R$ 8.157,41 para R$ 8.475,54.
O índice utilizado para o reajuste é o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Já o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação oficial, fechou o ano de 2025 com alta de 4,26%, superando o percentual aplicado aos benefícios acima do mínimo.
Segundo o IBGE, o INPC registrou variação de 0,21% em dezembro, acima do resultado de novembro, que foi de 0,03%. Em dezembro de 2024, o índice havia ficado em 0,48%. O percentual de 3,90% representa o menor reajuste para essa faixa de benefícios desde 2023.
O valor final do teto previdenciário ainda será confirmado pelo Ministério da Previdência, que pode realizar pequenos ajustes por arredondamento.
Os segurados que recebem o salário mínimo, fixado em R$ 1.621 para 2026, começam a receber os novos valores a partir de 26 de janeiro. Já os beneficiários com rendimentos superiores ao piso terão os créditos liberados a partir de 2 de fevereiro.
O reajuste integral será aplicado a quem já tinha o benefício ativo em 1º de fevereiro de 2025. Para aposentadorias e pensões concedidas após essa data, a correção será proporcional ao tempo de recebimento ao longo do ano.
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