Fase preparatória das conferências percorreu 42 municípios potiguares, ouvindo e diagnosticando sobre as condições de vida e as lutas das mulheres em seus territórios

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Com o tema “Mais Democracia, Mais Igualdade e Mais Conquistas para Todas”, a governadora Fátima Bezerra (PT) abriu nesta quarta-feira 27 a 5° Conferência Estadual dos Direitos das Mulheres, que está sendo realizada na Escola de Governo do Centro Administrativo, em Natal. O objetivo da conferência, que termina nesta sexta 28, é a elaboração de sugestões de políticas públicas para as mulheres, que serão levadas à conferência nacional, em Brasília, entre os dias 29 de setembro e 1º de outubro deste ano.

A etapa estadual é a segunda fase das conferências. Antes, a fase preparatória percorreu 42 municípios potiguares, ouvindo e diagnosticando sobre as condições de vida e as lutas das mulheres em seus territórios. Essa etapa contou com mais de três mil participantes, de onde foram eleitas 300 delegadas.

“Queremos que esse seja um espaço de diálogo, de escuta qualificada e de proposições. Porque sabemos que nenhuma política será verdadeiramente eficaz se não ouvir quem vive a realidade dos territórios dos municípios. O lema do governo é de tolerância zero para qualquer tipo de violência contra a mulher. Nessa consonância, quero saudar as mulheres do nosso estado, que estão com a missão de sair dessa conferência rumo à Brasília levar nossas demandas”, afirmou a governadora Fátima Bezerra.

“Depois de 10 anos estamos aqui de volta com esse encontro, dialogando com as perspectivas das políticas públicas para as mulheres potiguares. Rumo à etapa nacional, levaremos o que os municípios pensam no que se refere à política afirmativa das mulheres”, declara Júlia Arruda, Secretária Estadual da SEMJIDH (Secretaria de Estado das Mulheres, da Juventude, da Igualdade Racial e dos Direitos Humanos).

Durante esses dois dias serão formuladas propostas com base em cinco eixos estratégicos fundamentais: autonomia das mulheres em todas as dimensões da vida; igualdade e equidade de gênero em todos os âmbitos; respeito à diversidade de gênero e enfrentamento de todas as formas de discriminação, racismo e violência; participação ativa das mulheres em todas as fases das políticas públicas; e a transversalidade como princípio orientador de todas as políticas públicas.

Jornalista | Palestrante | Assessora de Comunicação | Consultora em Gestão de Crise de Comunicação | Apresentadora de rádio e televisão.

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