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A declaração foi dada durante entrevista coletiva, na qual o parlamentar explicou que a escolha do vice deve cumprir um papel estratégico de ampliação da base política
O senador Rogério Marinho (PL) negou, nesta quarta-feira (4), que será candidato a vice-presidente na chapa encabeçada por Flávio Bolsonaro para a disputa presidencial em outubro. A declaração foi dada durante entrevista coletiva, na qual o parlamentar explicou que a escolha do vice deve cumprir um papel estratégico de ampliação da base política e atração de outros partidos ao projeto eleitoral.
Segundo Rogério Marinho, a definição do nome para a vice-presidência será construída ao longo dos próximos meses, com diálogo amplo entre as legendas. Ele destacou que, apesar de integrar o mesmo partido de Flávio Bolsonaro, o PL, a intenção é evitar uma chapa formada apenas por lideranças da mesma sigla. Para o senador, o cargo deve ser ocupado por alguém que agregue politicamente, amplie o tempo de televisão e contribua para aumentar a competitividade eleitoral da candidatura.
“Olha, a princípio, há uma ditado popular que se diz que não se faz sanduíche de pão com pão, né? Tem que ter um recheio, né? Então, eu faço parte do mesmo partido do senador Flávio, sou do PL, e a ideia é termos a possibilidade de atrairmos outros partidos”, disse.
Durante a fala, Rogério Marinho também afirmou que o vice ideal precisa ter afinidade com o projeto político defendido pelo grupo, que, segundo ele, tem como objetivo promover mudanças no atual modelo de governo.
O senador fez críticas à gestão do PT, classificando-a como corporativista, com forte aparelhamento da máquina pública e desequilíbrio fiscal, e disse que a chapa buscará apresentar uma alternativa ao que chamou de “visão ultrapassada” do atual governo.
Ao descartar qualquer possibilidade de ocupar a vice, Marinho reforçou que seu papel será o de articulador político da campanha, atuando na construção de alianças e no fortalecimento da base de apoio à candidatura de Flávio Bolsonaro. Ele ressaltou que a escolha do vice será pautada pela capacidade de somar votos e consolidar um projeto político mais amplo para a disputa presidencial.
“Nós temos esse cuidado e vamos fazer isso com muito cuidado, conversando e entendendo quem é o melhor vice pra agregar nessa chapa. Com certeza não serei eu”, concluiu.
Portal 98fm
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